tumblr de juan freire

We’re living in a stylistic tropics. There’s a whole generation of people able to access almost anything from almost anywhere, and they don’t have the same localised stylistic sense that my generation grew up with. It’s all alive, all “now,” in an ever-expanding present, be it Hildegard of Bingen or a Bollywood soundtrack. The idea that something is uncool because it’s old or foreign has left the collective consciousness.

I think this is good news. As people become increasingly comfortable with drawing their culture from a rich range of sources—cherry-picking whatever makes sense to them—it becomes more natural to do the same thing with their social, political and other cultural ideas. The sharing of art is a precursor to the sharing of other human experiences, for what is pleasurable in art becomes thinkable in life.

P2P Foundation » Free Software and Free Culture in Brazil

The 20 minute video bellow is a passionate speech given by Brazilian President Lula da Silva about the importance of Free Software and the Internet at the 10th Free Softaware Internacional Forum, in Porto Alegre, Brazil - June 26th, 2009.


“The free software somehow is this, I say, it is giving people the opportunity to do new things, create new things, as there is no thing that guarantees freedom most than to ensure individual expression, allowing people to enhance their creativity, their intelligence, especially in a new country like Brazil”

(vía open …)

Mais uma vez o Ministério da Cultura do Brasl (MinC) parece ter dado ouvidos à sociedade civil. No final do ano passado um grupo de activistas e académicos brasileiros redigiu um documento intitulado Carta de São Paulo Pelo Acesso a Bens Culturais que continha uma lista de dez propostas para a revisão da Lei De Direitos Autorais do Brasil 9.610 de 1998.

No topo das prioridades dos assinantes da Carta encontrava-se a legalização da cópia privada dos CDs adquiridos legalmente pelos consumidores nas lojas de discos e outras superfícies comerciais. Isto porque de acordo com a lei em vigor, os brasileiros continuam a não poder copiar as músicas de um álbum para o seu computador e daí convertê-las para o formato MP3, AAC ou OGG de modo a que possam ser escutadas a partir do seu leitor de música digital.

Pois bem, essa é precisamente uma das medidas propostas pelo Minc no documento ontem apresentado no III Congresso de Direito de Autor e Interesse Público, um evento organizado pelo Fórum Nacional de Direito Autoral do Minc que se realizou entre ontem e hoje em São Paulo. Para além de CDs, os utilizadores vão também passar a poder converter os filmes que compraram em DVD para formatos vídeo digitais como AVI e MPEG.

É claro que esta brinde tem uma contrapartida que neste caso poderá significar um aumento do preço de venda de CDs e DVDs virgens. Isto porque o Ministério está também a planear estabelecer uma remuneração compensatória destinada aos detentores de direitos de autores.

De acordo com o IDG Now, o anteprojecto destinado a rever a Lei de 1998 autoriza ainda a realização de mashups na medida em que prevê “a utilização (…) de pequenos excertos de obras preexistentes, sempre que a utilização em si não seja o objectivo principal da obra nova e que não prejudique a exploração normal da obra reproduzida.” Se esta proposta for mesmo em frente, eu aconselhava o senhor Gregg Gillis (mais conhecido por Girl Talk) a instalar-se no Brasil. De qualquer modo, o país tropical já conta com um menino-prodígio dos mashups chamado André Paste.

Outra boa novidade é que o texto actualmente em discussão irá também permitir “a reprodução sem finalidade comercial, de obra literária, fonograma ou obra audiovisual, cuja última publicação não conste mais em catálogo do responsável por sua exploração económica.” Na prática, isto vai de encontro a outra proposta sugerida na Carta de São Paulo relativa à “permissão de utilização livre e gratuita de obras orfãs, ou seja, de autoria desconhecida.”

A avaliar pelo que até agora foi dado a conhecer, parece que a revisão não inclui contudo aquela que na minha opinião era a sugestão mais importante mas ao mesmo tempo mais arrojada: a livre utilização de obras protegidas por direito de autor desde que para fins exclusivamente não comerciais.

Mesmo assim, parece-me que se trata de um texto progressista e bastante razoável que praticamente nenhum dos agentes interessados irá certamente rejeitar. Depois de finalizado, o Projecto de Lei será sujeito a uma consulta pública, seguindo-se depois a sua análise pelo Congresso.

A Writing Revolution § Seed Magazine
Number of authors who published in each year for various media since 1400 by century (left) and by year (right). Our prediction for the imminent future appears as the extrapolation of the Twitter-author curve (dashed line). The horizontal scale of time has one grid line per century (left) or per year (right). The first blog appeared in 1997; Facebook was launched in 2004; Twitter, in 2006. Note that the colored curves on the right have roughly the same steepness as the black curve on the left, despite the hundred-fold increase in the time scale between left and right. This indicates that the new media are growing 100 times faster than books. The book-authors line is not really broken; it’s still growing at the same old rate, tenfold per century, but looks flat when plotted by year. The vertical scale is number of authors per year, as a count (left) or percent of the world’s population (right). The logarithmic vertical scaling, increasing by powers of 10, displays growth clearly because the same percentage increase is always represented by the same upward shift on the graph. Plotted with this scaling, many growth phenomena, including epidemics, produce straight lines, which are particularly easy to recognize and describe. (Click here for methodology and full list of sources.)

A Writing Revolution § Seed Magazine

Number of authors who published in each year for various media since 1400 by century (left) and by year (right). Our prediction for the imminent future appears as the extrapolation of the Twitter-author curve (dashed line). The horizontal scale of time has one grid line per century (left) or per year (right). The first blog appeared in 1997; Facebook was launched in 2004; Twitter, in 2006. Note that the colored curves on the right have roughly the same steepness as the black curve on the left, despite the hundred-fold increase in the time scale between left and right. This indicates that the new media are growing 100 times faster than books. The book-authors line is not really broken; it’s still growing at the same old rate, tenfold per century, but looks flat when plotted by year. The vertical scale is number of authors per year, as a count (left) or percent of the world’s population (right). The logarithmic vertical scaling, increasing by powers of 10, displays growth clearly because the same percentage increase is always represented by the same upward shift on the graph. Plotted with this scaling, many growth phenomena, including epidemics, produce straight lines, which are particularly easy to recognize and describe. (Click here for methodology and full list of sources.)

… «Un monumento -decía Harold Pinter- es la mejor prueba de que nos hemos olvidado de alguien». Para tratar de evitar este carácter contradictorio del monumento, es por lo que Hirschhorn se decidió por los precarios, en los que, lejos de la idea de intemporalidad, se conmemora la obra de un filósofo, un poeta o un artista, rememorando verdaderamente su obra y su trabajo. Es decir, ocupándose de sus libros, de sus textos o sus cuadros. Empezó así a desarrollar la idea de monumentos en colaboración con la gente que, si conmemoraban, por ejemplo, a Spinoza, invitaban al público a hablar sobre su persona o a leer algo de su obra. En la Documenta de Kassel de 2002 construyó, con muebles y materiales encontrados por la calle, una biblioteca dedicada a G. Bataille, en la que, además de poder leer y consultar sus obras, había un local de comida barata, un estudio de televisión y talleres para artistas jóvenes. Para ella, Hirschhorn buscó un barrio obrero y de inmigrantes. Ese mismo año le dedicó un monumento semejante a G. Deleuze en Aviñón.

Tal vez su última gran obra de estas características haya sido el Museo Precario Albinet en Aubervilliers, una población en la banlieue de París, en la que el artista tiene su estudio y en donde decidió construir un museo, en colaboración con los vecinos, que fuese capaz de hacer una gran exposición sobre la Historia del Arte del siglo XX. Aquel proyecto parecía delirante, porque pretendía llevar a una barriada obrera obras originales.

Museo de barrio. Las grandes exposiciones viajan siempre a París, Tokio o Nueva York, pero nunca a Quito, Mombasa o Aubervilliers -se dijo-. «Nosotros hemos construido un museo en el barrio y ofrecemos garantías suficientes de seguridad para las obras de arte», proclamaron. Y de este modo consiguieron llevar hasta su barrio obras de Duchamp, Malevich, Léger, Mondrian, Dalí o Beuys. Lejos de aparecer como objetos de mera contemplación inerte, dieron lugar a debates, conferencias y discusiones sobre cada uno de ellos y sobre su pertinencia para la Historia del Arte. Todo ello en medio de una fuerte polémica suscitada por el hecho de que las obras habían sido cedidas por el Beaubourg desplazándose apenas veinte kilómetros de su lugar de exposición habitual.

Todavía este mismo año ha organizado en el Biljmer, el barrio de peor reputación de Ámsterdam, un nuevo festival de homenaje a Spinoza, para el que ha construido una biblioteca precaria en torno a una escultura monumental de once metros de altura, con la apariencia del libro de la Ética, en la que se celebraron igualmente seminarios, debates, lecturas y conferencias, conciertos y obras de teatro, sobre la obra del filósofo holandés condenado por ateo.

[Entrevista en Letras Libres]

¿Cuánto de C.P. Snow y sus Dos Culturas hay en tu reivindicación de la ciencia y la tecnología de cara a la literatura?
Bueno, bastante. Creo que esa separación es el gran timo de la Era Moderna. Yo no me identifico con esa separación, y creo no tiene sentido en un mundo en el que cada vez todo está más conectado en red…

… ¿respecto a qué eres optimista, es decir, qué drama humano o problema global crees que la ciencia será capaz de resolver en los próximos años?

Todos. No soy apocalíptico. Tarde o temprano todo se soluciona y muta. Un ser individual puede suicidarse, pero no se conoce una civilización que se suicide en masa. Es de lógica, y antropológicamente inconsistente. Llevan siglos diciéndonos que esto se acaba, que tal drama es irreversible, etc. Y aquí estamos. Nos toman por tontos. Es la política del miedo. Ahí a mí no me pillan. Creo que vivimos en el mejor de los mundos posibles hasta ahora conocidos, y que viviremos aún mejor.

… En estos tres años en Citilab se ha estructurado como una organización en permanente innovación. Es un proyecto continuo organizado alrededor de la creación de proyectos de formación, divulgación, comunicación, investigación, innovación y emprendeduría empresarial y social.

Los proyectos de Citilab se han centrado en cuatro campos:

  • formación y educación de mayores que desarrollan su propio blog Seniorlab de pequeños, en colaboración con las escuelas, realizan talleres de desarrollo del pensamiento de programación por ejemplo con Scratch y los muy pequeños en el Tecnolab . Se desarrollan asi mismo proyectos de e-learning .
  • Innovación relacionada con la tecnología P2Open Source entre otros.
  • Anàlisis de la generación nuevas formas de comunicación, divulgación y expresión la divulgación como la colaboración con la Red Europea de Living Labs
  • Anàlisis del impacto de la cultura tecnológica en diversos ámbitos, urbano, social empresarial … entre ellos Asociacionismo 2.0 o en el tejido ciudadano Urbanlabs

Cada día que pasa confírmomo máis. Non podemos agardar por ninguén para que a nosa cultura, as cousas que son importantes, non estean na rede. Existe un concepto que é alóxica cultural, que é o conxunto de prácticas que resultan coherentes nun tempo determinado. En Galicia, ano 2009, as lóxicas culturais están crebadas. Sigo sen comprender como moito historiador local, moito activista da cultura local, agarda a unha minoritaria publicación en papel subvencionada por unha axuda de terceira dunha Dirección Xeral para publicar os seus achados, os seus inventarios e o seu traballo no mundo. Agardamos por unhas administracións que non chegan, ou que tardarán aínda unha década ou década e media en chegar. Pero o noso patrimonio, a nosa cultura, o coñecemento, non pode agardar por quen non a valora, quen o xestionará como unha mercadoría de segunda clase que hai que asumir por non quedar mal. Comarcas enteiras do país están ermas de contido na rede. Si, a responsabilidade é das administracións. Pero, no 2009, a responsabilidade é de quen as transita e as investiga, moito máis.

O mundo da cultura debe comprender, ano 2009, que toda publicación, todo acto de publicar, hoxe por hoxe, é Internet; as minoritarias edicións en libro de 200 exemplares en mal papel van destinados ás bibliotecas locais, a satisfacer o ego dos autores e -paréceme o máis importante-, a ser o proceso final dun traballo comunitario coas fontes de información -o darlle o libro aos vellos que contaron lendas ou deron datos, que me parece o máis relevante da función actual dun libro de divulgación. O resto do mundo pasa por aquí. Xa está ben de botarlle a culpa ás administracións -que tantas veces a teñen. Non pode ser que a Ulloa, a Costa da Morte, o Barbanza, o Salnés e tantos outros sitios sigan sendo desertos da cultura na rede, opacos territorios dixitais. Fagan un blog. Suban un PDF. Xúntense nunha rede social. E que saiban que publicar en papel xa non quere dicir nada, que é unha parte mínima de todo o proceso de investigación e difusión cultural.

Information Architects  » The Value of Information

[Jaron Rowan] A lo largo del año 2009 realicé una investigación financiada por el Centro Cultural Montehermoso con el objeto de analizar los diferentes discursos, narrativas, programas e instituciones nacidos para promover el emprendizaje en cultura en el Estado español denominada “Emprendizajes en Cultura: sus discursos, alteraciones y contradicciones en el Estado Español”. Este trabajo combina una parte de análisis discursiva con fragmentos de entrevistas y conversaciones mantenidas con responsables de micro-empresas y trabajadores autónomos de la cultura e intenta comprender el fenómeno del emprendizaje en el ámbito cultural.

La creciente economización de la cultura fomentada por los programas de promoción de las industrias cretivas necesitan de una figura laboral capaz de poner en valor la cultura y rentabilizar el trabajo cultural. El emprendedor/a nace en este contexto como nuevo elemento capaz de promover el desarrollo económico y fomentar la articulación de un tejido empresarial en torno a la cultura.

La aparición de la figura del emprendedor cultural no es un hecho casual ni anecdótico, con el trabajo atestiguo que en el Estado español se ha tejido una trama densa de políticas, instituciones, organísmos y programas formativos diseñados para promover el emprendizaje. Analizando la relación que se establece entre estos diferentes elementos y comprobando las repercisiones que estas medidas y entidades tienen sobre la esfera cultural pongo de manifesto un complejo sistema de gobernance en el que las microempresas de la cultura están estrechamente implicadas.

La investigación puede descargarse libremente en esta página.

… Data visualization has nothing to do with pie charts and bar graphs. And it’s only marginally related to “infographics,” information design that tends to be about objectivity and clarification. Such representations simply offer another iteration of the data—restating it visually and making it easier to digest. Data visualization, on the other hand, is an interpretation, a different way to look at and think about data that often exposes complex patterns or correlations.

Data visualization is a way to make sense of the ever-increasing stream of information with which we’re bombarded and provides a creative antidote to the “analysis paralysis” that can result from the burden of processing such a large volume of information. “It’s not about clarifying data,” says Koblin. “It’s about contextualizing it.” …

[Gilberto] Gil decía que es “una paradoja contemporánea: un mundo heideggeriano, donde todos somos víctimas y verdugos, controlados y controladores. Sin darnos cuenta de eso, trabajamos para la unidad del planeta y, viceversa, para el crecimiento y proliferación de la diversidad local. Pertenecemos al mundo y el mundo nos pertenece, formamos parte de todo y estamos en todas partes”.

Este fin de semana vi un documental sobre David Lynch, One (del que esperaba mucho más, pero bueno, hay momentos entrañables, sobre todo cuando sale él trabajando con sus manos en el taller de carpintería-fontanería-electricidad-chapa y pintura que tiene montado en su casa; el tío es un manitas), y decía algo que comparto al 100%, que era algo así como que siempre se creyó que para crear había que sufrir, pero que es todo lo contrario: si intentas pasártelo bien con tu trabajo los resultados son mucho más profundos y despejados. Hay trabajar en lo que te apetece, concentrado en eso, sin pensar en grandes obras, inventar sin pensar que estás haciendo una obra, y luego ya se convertirá en obra, si es que eso ocurre.

Cuando vi a Lynch diciendo eso recordé a Luis Macías, en bar de Brooklyn ante unas cervezas y unos nachos gigantes con guacamole que comíamos con verdadero apetito, diciéndome que le gustaba aquello que decía John Cage: trabaja duro y pásatelo bien con lo que haces en cada instante, y de vez en cuando, sólo muy de vez en cuando, recuerda que estás haciendo una obra. Aina Lorente y yo acabábamos de hacer de ayudantes en su obra Scan Land, y aquello era la confirmación de una coherencia total entre la teoría y la práctica en los trabajos de Luis.

Y todo eso, ayer domingo, me llevó a recordar algo que decía también Félix de Azúa en su Diccionario de las Artes, algo así como: no te apures y disfruta, si hay talento la obra sale, casi por sí sola, y si no hay talento por mucho que te esfuerces y sufras, no saldrá jamás.

Tengo por costumbre trabajar sólo en aquello en lo que disfruto y en lo que me proporciona emociones al margen de hacia dónde se encamine ese trabajo, sin pensar mucho en posibles futuros que condicionan la trayectoria de lo que estoy haciendo. Creo es de esa “emoción sin dirección” de donde salen de repente las cosas que al final hacen que una obra valga la pena. Por eso ayer fue un domingo chulo, casi feliz, trabajaba en mis cosas y espontáneamente me guiaba por un instinto similar al de esas personas a las que admiro. Evidentemente, no es que me compare con ellos, es sólo una forma de abordar y entender el propio acto creativo, ya sea escribir un libro o inventarse una nueva manera de atarse los zapatos. Y en estos trabajos de WeAreQQ, así como en los de Macías, percibo eso también. A lo mejor me confundo, no estoy dentro de sus cabezas para saber qué piensan, pero a mí me comunican eso, y es lo que me importa.

Nota final de Agustín Fernández Mayo en su post WeAreQQ + Luis Macías + Domingo de Agosto.
Our (and Your) RISD. John Maeda: STEM of an IDEA
STEM is an acronym you can see and hear all around the world as the intellectual ad campaign for “Science, Technology, Engineering, Math.” Indeed STEM is an important factor in achieving innovations today, but it’s only half of the puzzle — there needs to be a humanizing force to any invention for it to become relevant and important. What’s missing is theraison d’etre of a STEM outcome. That could only come from an IDEA-based approach — “Intuition, Design, Emotion, Art.” In this new century, whole-innovation will emerge naturally from the marriage of STEM together with IDEA.

Our (and Your) RISD. John Maeda: STEM of an IDEA

STEM is an acronym you can see and hear all around the world as the intellectual ad campaign for “Science, Technology, Engineering, Math.” Indeed STEM is an important factor in achieving innovations today, but it’s only half of the puzzle — there needs to be a humanizing force to any invention for it to become relevant and important. What’s missing is theraison d’etre of a STEM outcome. That could only come from an IDEA-based approach — “Intuition, Design, Emotion, Art.” In this new century, whole-innovation will emerge naturally from the marriage of STEM together with IDEA.

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